Humidade
Esta condição deve ser verificada na fachada mais exposta e traduzida em classes de desempenho, composição de vidro, ferragens e tipo de instalação adequados.
Janelas de alumínio e PVC em Montijo, com recomendações ajustadas ao clima de estuário do Tejo e Península de Setúbal, à orientação e à exposição de cada fachada.
Janelas Cortizo em Montijo
A influência do estuário e do oceano traz vento, humidade e salinidade, enquanto o verão é seco, soalheiro e quente. A escolha deve responder ao clima local, à orientação e ao uso real da habitação.
A influência do estuário e do oceano traz vento, humidade e salinidade, enquanto o verão é seco, soalheiro e quente.
No verão, o controlo solar é determinante em vãos grandes.
A humidade torna importante controlar condensações e ventilar as divisões.
A caracterização geral de Montijo deve ser afinada na própria habitação, porque relevo, orientação, densidade urbana e abrigo local modificam o comportamento de cada fachada.
Na visita técnica, a sequência de verificação recomendada é: vento ribeirinho, salinidade, altura e abrigo da fachada, continuidade dos remates e orientação solar.
Para efeitos do Sistema de Certificação Energética, Montijo pertence à sub-região Península de Setúbal. À altitude de referência desta sub-região (47 m), o inverno soma 1 045 graus-dias, com cerca de 4,7 meses de aquecimento — zona climática de inverno I1, de invernos amenos — e a temperatura média exterior no verão é de 22,8 °C — zona de verão V3.
Janelas novas ou substituídas em habitação devem ter um coeficiente de transmissão térmica Uw não superior a 2,80 W/(m².°C) na zona I1. Em zona I1 o aquecimento pesa menos e o conforto depende muito do controlo solar: vidro duplo com fator solar adequado, proteções exteriores e boa ventilação nas fachadas mais expostas. No verão a zona V3 exige atenção ao sobreaquecimento: proteções solares exteriores e vidros de controlo solar nas fachadas sul e poente.
A zona exata depende da altitude do edifício: nesta sub-região os graus-dias aumentam cerca de 150 por cada 100 m, e acima de cerca de 220 m a zona de inverno passa a I2.
Fontes: Despacho n.º 6476-H/2021 — Manual SCE (Tabelas 9, 10 e 116); Portaria n.º 138-I/2021 (Tabela 6). A zona climática do seu edifício deve ser confirmada pelo técnico com a altitude real do local.
Esta condição deve ser verificada na fachada mais exposta e traduzida em classes de desempenho, composição de vidro, ferragens e tipo de instalação adequados.
O desempenho depende do conjunto: perfil, vidro, juntas, caixa de estore, remates e continuidade da selagem entre caixilharia e parede.
A solução deve variar com a orientação, a dimensão do vão, o piso e a proteção oferecida por edifícios, relevo ou vegetação próximos.
Use materiais resistentes, juntas eficazes e vidro seletivo nas orientações mais expostas ao sol.
Antes de decidir entre alumínio e PVC, convém medir os vãos, rever caixas de estore e definir prioridades por divisão: conforto térmico, redução de ruído, entrada de luz, ventilação, segurança e manutenção.
Caracterização baseada nas normais climatológicas 1991–2020 e na classificação climática do IPMA, adaptada à posição territorial do concelho.
O contexto climático local é um ponto de partida: A influência do estuário e do oceano traz vento, humidade e salinidade, enquanto o verão é seco, soalheiro e quente. A decisão final deve considerar a microexposição de cada fachada — orientação solar, piso, sombra, vento, ruído, dimensão do vão e proteção oferecida pela envolvente.
Confirme no local como se manifestam humidade, sol intenso e vento ribeirinho. A mesma solução não tem de ser repetida em todas as orientações da habitação.
Para preparar o orçamento: indique medidas aproximadas, piso, orientação das fachadas, tipo de abertura atual e o problema principal de cada divisão. Isso ajuda a comparar soluções equivalentes e a evitar uma escolha baseada apenas em alumínio ou PVC.
Indique medidas aproximadas, tipo de habitação, orientação das fachadas e problemas atuais. Estes dados ajudam a preparar uma proposta coerente com o clima e com a exposição real do imóvel.
Procura janelas de alumínio ou PVC em Montijo? Peça orçamento e encontre a loja da rede Janelas Cortizo mais próxima, que poderá avaliar a sua habitação e propor a solução mais adequada.
Quanto mais informação indicar (medidas aproximadas, número de janelas e o que quer melhorar), mais ajustada será a proposta da loja mais próxima de Montijo.
Em habitação, as janelas novas ou substituídas devem ter um coeficiente de transmissão térmica Uw não superior a 2,80 W/(m².°C), o máximo fixado para a zona climática de inverno I1 em que Montijo se situa à cota de referência da sua sub-região. Para mais conforto e poupança convém escolher valores mais baixos; a loja pode indicar o Uw de cada solução.
Pode pedi-lo nesta página e localizar na rede de lojas Janelas Cortizo a mais próxima de Montijo. Quanto mais informação indicar (medidas aproximadas, número de janelas e o que pretende melhorar), mais ajustada será a proposta.
Em muitos casos sim, se a caixilharia atual puder ser substituída sem intervir na fachada, mas depende do estado do vão e do tipo de instalação. O ideal é que um profissional da loja o verifique antes de fechar o orçamento.
Use o botão «Encontrar uma loja próxima» desta página ou a Rede de lojas do site e indique a sua localidade. A loja poderá aconselhá-lo sobre alumínio ou PVC, vidro, estores e instalação.
Continue a explorar a rede local da Cortizo para comparar soluções, encontrar acompanhamento próximo e pedir uma proposta para a sua habitação.